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Facebook ganha geolocalização para competir com Foursquare
Um dos grandes sonhos e aspirações dos marketeers: inteargir com o consumidor, no seu meio e ambiente sócio-cultural, com capacidade de medir a sua reactividade e simpatia à marca. Nos idos tempos da publicidade veiculada pelos canais de mass-media, antes do advento dos canais de social media, a publicidade era canalizada na lógica one-to-many e apenas no sentido descendente. Os esforços para medir e interagir efectivamente com o consumidor eram tímidos, e a medição da influência de um determinado anúncio, baseavam-se em métricas com elevado grau de incerteza.
A comunicação e o blending das marcas com os seus alvos, inseridos agora nos ambientes sociais digitais, faz-se de forma fundamentalmente diferente: longe dos canais unidireccionais, os marketeers acrescentam devem agora acrescentar uma dimensão inovadora às suas políticas de promoção e expansão de capital de marca, produto ou serviço. O poder da recomendação ( partilha com amigos via “share”) e a capacidade de influência que uma marca desperta ( gosto via “like ) é um poderoso instrumento de viralização ao serviço do marketing.
Se a realidade actual faz com que o Facebook e o Twitter sejam já canais assumidos de audiência nobre, pela mistura “ocasional” e semi-consciente entre marcas e perfis, penetrando de forma inegável no círculo de amigos e rede de cada contacto da própria marca, uma nova dimensão fantástica está a surgir rapidamente, com potencial infindável: a geo-localização dos consumidores e a partilha pública desse espaço até “hoje”, privado.
O Facebook, gigante mundial das redes sociais, e paradigma alterador da forma como nos relacionamos digitalmente e fisicamente, por contágio social e psicológico, está agora a implementar a sua funcionalidade de geolocalização de conteúdos para os utilizadores. Não será de estranhar a manobra funcional, dado o interesse que a plataforma FourSquare está a suscitar neste mercado aplicacional.
O véu da partilha geográfica de cada utilizador, cruzado com as potencialidades de comunicação dos aplicativos mobile, dá um conceito de marketing relacional, localizado no espaço e no tempo, onde as marcas têm espaço para penetrar com consentimento, gerando comunicação one-to-one interactiva, proveitosa e de impulso consumista realmente focado no perfil de cada indivíduo.
O Grande Prémio ficou nas mãos da Ivity, com o projecto “Vinho 8”, que levou ainda para casa os prémios Impressão e Packaging.




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