19
Aug

Facebook ganha geolocalização para competir com Foursquare

Um dos grandes sonhos e aspirações dos marketeers: inteargir com o consumidor, no seu meio e ambiente sócio-cultural, com capacidade de medir a sua reactividade e simpatia à marca. Nos idos tempos da publicidade veiculada pelos canais de mass-media, antes do advento dos canais de social media, a publicidade era canalizada na lógica one-to-many e apenas no sentido descendente. Os esforços para medir e interagir efectivamente com o consumidor eram tímidos, e a medição da influência de um determinado anúncio, baseavam-se em métricas com elevado grau de incerteza.

A comunicação e o blending das marcas com os seus alvos, inseridos agora nos ambientes sociais digitais, faz-se de forma fundamentalmente diferente: longe dos canais unidireccionais, os marketeers acrescentam devem agora acrescentar uma dimensão inovadora às suas políticas de promoção e expansão de capital de marca, produto ou serviço. O poder da recomendação ( partilha com amigos via “share”) e a capacidade de influência que uma marca desperta ( gosto via “like ) é um poderoso instrumento de viralização ao serviço do marketing.

Se a realidade actual faz com que o Facebook e o Twitter sejam já canais assumidos de audiência nobre, pela mistura “ocasional” e semi-consciente entre marcas e perfis, penetrando de forma inegável no círculo de amigos e rede de cada contacto da própria marca, uma nova dimensão fantástica está a surgir rapidamente, com potencial infindável: a geo-localização dos consumidores e a partilha pública desse espaço até “hoje”, privado.

O Facebook, gigante mundial das redes sociais, e paradigma alterador da forma como nos relacionamos digitalmente e fisicamente, por contágio social e psicológico, está agora a implementar a sua funcionalidade de geolocalização de conteúdos para os utilizadores. Não será de estranhar a manobra funcional, dado o interesse que a plataforma FourSquare está a suscitar neste mercado aplicacional.

O véu da partilha geográfica de cada utilizador, cruzado com as potencialidades de comunicação dos aplicativos mobile, dá um conceito de marketing relacional, localizado no espaço e no tempo, onde as marcas têm espaço para penetrar com consentimento, gerando comunicação one-to-one interactiva, proveitosa e de impulso consumista realmente focado no perfil de cada indivíduo.

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17
Aug

Imagens de Marca – Prémios de design

A revista Meios e Publicidade entregou ontem os Prémios de Design, no espaço Lollipop, em Lisboa, na semana em que o Imagens de Marca dedica a sua edição ao Design. A primeira edição da iniciativa contou com 385 peças inscritas, de um total de 96 empresas, das quais 113 chegaram à final.

O Grande Prémio ficou nas mãos da Ivity, com o projecto “Vinho 8”, que levou ainda para casa os prémios Impressão e Packaging.
Em declarações ao Imagens de Marca Carlos Coelho, Presidente da Ivity, sublinhou a importância destes prémios no sentido de se “dar visibilidade” aos trabalhos que são feitos e para “estimular o mercado a produzir peças de qualidade”.
Quanto ao trabalho premiado, Carlos Coelho lembra que foi feito por uma equipa pequena, com cinco pessoas, mas “com muito amor”. “É um trabalho notável, onde empenhámos meses na produção de um conceito de vinho”.

Fonte: Imagens de Marca

Imagens de Marca – Em Destaque.

Originally posted 2010-04-26 08:31:46.

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Aug

Dos "mass media" para o "self media"

A génese da sociedade é gregária, em rede.
Apenas agora se fala de forma tão acentuada de redes sociais, mas a verdade é que o ser humano, ao longo da sua história, sempre se desenvolveu em rede. Gregário por natureza, sempre esteve unido em comunidades, grupos, crenças, clubes, associações, aldeias, cidades, amigos, coleccionadores, movimentos e agrupamentos genéricos de formas diversas. A comunicação, a publicidade e o Marketing ao serviço das empresas sempre tentou identificar as características homogéneas dos subgrupos sociais para melhor passar a mensagem, tentando influenciar o comportamento de aquisição dos indivíduos, falando simultaneamente para milhares de pessoas, tipificadas num universo maior, racionalizando e optimizando esforço e recursos.
A homegeneidade dos “mass media”
A comunicação de outrora, inserida no advento dos canais de massas, potenciada pela caixa mágica
que mudou o mundo, via nesse quadrado hipnótico e fantástico a possibilidade de falar a uma voz instantânea para os milhões que assistiam aos seus programas preferidos e que eram apenas “interrompidos” para consentir a sua atenção para a publicidade inserida.
O rádio e os jornais complementarmente usados, veiculavam mensagens personalizada para os grupos, para o “target” a ser afectado. Mas a comunicação para massas, por características endógenas do meio, esquece facilmente o indivíduo e as suas particularidades, bem como a estimulante capacidade de interacção bidireccional com a mensagem. Falava-se maioritariamente apenas num sentido:
do anunciante para o consumidor, sem capacidade efectiva de medir o retorno e eficácia da mensagem, o feedback do consumidor ao estímulo produzido.

Afunilamento personalizado da mensagem
O Marketing sempre tentou combater a generalidade para perceber a individualidade específica de cada consumidor, isolando as massas em sub-grupos de características mais precisas, adaptando a mensagem genérica aos mesmos: criando mais valias efectivas e sentimento de pertença mais preciso, fortalece-se na persuasão da mensagem de comunicação, “vendendo” os benefícios e atributos de produtos e serviços de forma mais empática, mais distante da massa e mais próxima do “eu”, como se de um produto único falássemos. O sonho de qualquer marketeer é falar cara-a-cara para o indivíduo, como se de uma conversa amigável se tratasse, conhecendo anteriormente os seus gostos particulares, actividades de consumo e hábitos sociais, para assim poder decidir que eixo de comunicação usar, a que horas, em que canal e usando o tipo de discurso que mais resultados produz.
Marcas que falam
A conversação social, uma revolução tão importante quanto o advento dos “mass media”, permite uma real translação do eixo de comunicação e uma transformação radical na forma de transmissão da mensagem pelo lado do anunciante, e uma absorção diferenciada, mais rica e participativa pelo lado do consumidor. A participação das marcas nas redes sociais, em franca expansão e explorada eficazmente apenas por algumas grandes marcas de consumo com visão profunda sobre as disciplinas de Marketing e promoção de bens e serviços, é uma dramática e positiva alteração na promessa “bem-benefício”.

white paper - "dos mass media ao self media"

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Originally posted 2010-04-19 17:08:08.

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Aug

Tasca 2.0: Gestão de clientes ao serviço de todos

CRM Pinga 2.0

O Xôr Zé, cabalmente ciente da sua capacidade de gestão da tasca “flor da praia”, deixada a seu cargo pela longa e tinta linha geneológica que tanto know-how adquirido e esparramado pelo balcão e copos servidos nas décadas anteriores, decidiu adoptar um sistema colaborativo para medir a eficácia dos produtos que despeja com regularidade nos recipientes sequiosos do seu público alvo.

Assim, transformaria a diligente arte de bem servir vinho, sandes de presunto e torresmos numa informada decisão, balançada entre a gestão de stock, a procura e a inserção programada de promoções, destinadas e desenhadas a escoar produtos de menor saída, e com custos elevados de armazenamento, vulgo tintol de 5 litros, daquele da Régua que custou os olhos da cara a trazer na sua motorizada com o atrelado, pela estrada nacional fora. É certo e sabido, dita a sabedoria e experiência do xôr zé, que há alturas do dia em que não é preciso mexer no negócio: a coisa pinga com regularidade e fluidez.

Mas essa sabedoria não vinha, até agora, dum relatório sistematizado do CRM pinga 2.0 que o sobrinho Meireles implementou, compilando dados e hábitos de consumo dos clientes, cruzando esses dados ( saltando e excluindo o dominó ) com os prazos de entrega dos fornecedores, e enviando directamente os padrões de consumo para os fornecedores de Amarante, Tondela, Vila Viçosa e Bragança, todos ligados em rede e com sistemas de notificações em real time. O antigo tasqueiro, simpático que até dói, é agora um verdadeirogestor 2.0, cidadão do mundo e do networking, ciente das necessidades e ofertas, parametrizando uma panóplia de inputs que fornecem apoio informado à decisão!

Serve a sátira para dizer que qualquer negócio pode beneficiar de ter uma rede de contactos unificados em real time, que suprem e respondem a necessidades, mas que não há tecnologia que valha à falta de mentalidade. De que adianta ter ferramentas avançadas, partilhantes e unificadores se o bem mais precioso da tecnologia são as pessoas? Por que temos empresas com tecnologia 2.0 que ainda são tascas 1.0.

Originally posted 2010-05-03 23:04:37.

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Aug

Canais de comunicação digital ou Social Media

Se tem dúvidas sobre o que é Social Media e quer um vídeo para o ajudar a perceber os princípios fundamentais, não perca mais tempo.

Social media from Lianne Seykora on Vimeo.

Originally posted 2010-05-09 23:34:50.

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