Archive for the ‘comunicação’ Category

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Imagens de Marca – Prémios de design

A revista Meios e Publicidade entregou ontem os Prémios de Design, no espaço Lollipop, em Lisboa, na semana em que o Imagens de Marca dedica a sua edição ao Design. A primeira edição da iniciativa contou com 385 peças inscritas, de um total de 96 empresas, das quais 113 chegaram à final.

O Grande Prémio ficou nas mãos da Ivity, com o projecto “Vinho 8”, que levou ainda para casa os prémios Impressão e Packaging.
Em declarações ao Imagens de Marca Carlos Coelho, Presidente da Ivity, sublinhou a importância destes prémios no sentido de se “dar visibilidade” aos trabalhos que são feitos e para “estimular o mercado a produzir peças de qualidade”.
Quanto ao trabalho premiado, Carlos Coelho lembra que foi feito por uma equipa pequena, com cinco pessoas, mas “com muito amor”. “É um trabalho notável, onde empenhámos meses na produção de um conceito de vinho”.

Fonte: Imagens de Marca

Imagens de Marca – Em Destaque.

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Canais de comunicação digital ou Social Media

Se tem dúvidas sobre o que é Social Media e quer um vídeo para o ajudar a perceber os princípios fundamentais, não perca mais tempo.

Social media from Lianne Seykora on Vimeo.

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Disseram mal de mim? Onde? ah … se não foi no Twitter não tem mal …

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Social Media: numa palavra, flirt …

Social Media FlirtAs marcas, empresas, marketeers, publicitários, brand managers, gestores de clientes, andam todos em busca do cálice sagrado do Social Media: o que fazer, o que dar, o que prometer para obter em troca o tão desejado ROI (return on investment) são questões que pairam religiosamente na cabeça de todos quantos abraçaram recentemente o mais badalado canal de comunicação global: social media.

Se algumas marcas mais poderosas já entenderam bem o conceito de relacionamento com o público, outras ainda se ficam pelos tímidos e silenciosos perfis, inofensivos de tão parados que estão, bolorentos de tão pouca actividade e interactividade com os consumidores, fãs, adeptos, simpatizantes. Sim, porque actualmente é um erro falar de clientes numa dimensão obtusa de venda-compra. O consumidor hoje é um fã devoto ou um anticorpo ainda mais convicto. Por isso, é melhor começar a enamorar-se dos seus leais parceiros de satisfação de necessidades: sim, porque uma venda é uma satisfação de uma necessidade do consumidor, seja ela física ou psicológica.

Procure agradar, não manipular

Todos os seus potenciais fãs têm uma personalidade forte, com desejos, gostos, humores e acima de tudo, necessidades. Descubra o que lhes faz bater o coração e produza conteúdo relevante para eles, em vez de tentar pura e simplesmente vender. A venda tradicional já foi, já passou! Agora, mais envolvidos com as marcas, mais amplificados, os seus fãs querem conteúdo interessante: divertido, inovador, refrescante. Trate de interagir, conversar, simpatizar e criar empatia, mais do que comunicar produtos como antigamente se fazia. Essa estratégia jã não funciona mais!

Dia de São Valentim, todos os dias

Se este é um dia especial, em Social Media, todos os dias são dias de namoro. Procure dar um presente e um carinho especial na conversação que tem com eles. Pense nisto como uma relação para a vida, em que o seu parceiro (cliente/fã) é escutad e valorizado. Se não o fizer, há mais pretendentes (marcas e produtos) pelo caminho, e todos com vontade de namorar o seu bem mais precioso: o consumidor.

Por isso, seja um cavalheiro, escute, converse, interaja ….
A menos que queira o divórcio com amplificação mediática pela certa.

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Dos "mass media" para o "self media"

A génese da sociedade é gregária, em rede.
Apenas agora se fala de forma tão acentuada de redes sociais, mas a verdade é que o ser humano, ao longo da sua história, sempre se desenvolveu em rede. Gregário por natureza, sempre esteve unido em comunidades, grupos, crenças, clubes, associações, aldeias, cidades, amigos, coleccionadores, movimentos e agrupamentos genéricos de formas diversas. A comunicação, a publicidade e o Marketing ao serviço das empresas sempre tentou identificar as características homogéneas dos subgrupos sociais para melhor passar a mensagem, tentando influenciar o comportamento de aquisição dos indivíduos, falando simultaneamente para milhares de pessoas, tipificadas num universo maior, racionalizando e optimizando esforço e recursos.
A homegeneidade dos “mass media”
A comunicação de outrora, inserida no advento dos canais de massas, potenciada pela caixa mágica
que mudou o mundo, via nesse quadrado hipnótico e fantástico a possibilidade de falar a uma voz instantânea para os milhões que assistiam aos seus programas preferidos e que eram apenas “interrompidos” para consentir a sua atenção para a publicidade inserida.
O rádio e os jornais complementarmente usados, veiculavam mensagens personalizada para os grupos, para o “target” a ser afectado. Mas a comunicação para massas, por características endógenas do meio, esquece facilmente o indivíduo e as suas particularidades, bem como a estimulante capacidade de interacção bidireccional com a mensagem. Falava-se maioritariamente apenas num sentido:
do anunciante para o consumidor, sem capacidade efectiva de medir o retorno e eficácia da mensagem, o feedback do consumidor ao estímulo produzido.

Afunilamento personalizado da mensagem
O Marketing sempre tentou combater a generalidade para perceber a individualidade específica de cada consumidor, isolando as massas em sub-grupos de características mais precisas, adaptando a mensagem genérica aos mesmos: criando mais valias efectivas e sentimento de pertença mais preciso, fortalece-se na persuasão da mensagem de comunicação, “vendendo” os benefícios e atributos de produtos e serviços de forma mais empática, mais distante da massa e mais próxima do “eu”, como se de um produto único falássemos. O sonho de qualquer marketeer é falar cara-a-cara para o indivíduo, como se de uma conversa amigável se tratasse, conhecendo anteriormente os seus gostos particulares, actividades de consumo e hábitos sociais, para assim poder decidir que eixo de comunicação usar, a que horas, em que canal e usando o tipo de discurso que mais resultados produz.
Marcas que falam
A conversação social, uma revolução tão importante quanto o advento dos “mass media”, permite uma real translação do eixo de comunicação e uma transformação radical na forma de transmissão da mensagem pelo lado do anunciante, e uma absorção diferenciada, mais rica e participativa pelo lado do consumidor. A participação das marcas nas redes sociais, em franca expansão e explorada eficazmente apenas por algumas grandes marcas de consumo com visão profunda sobre as disciplinas de Marketing e promoção de bens e serviços, é uma dramática e positiva alteração na promessa “bem-benefício”.

white paper - "dos mass media ao self media"

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