Archive for the ‘facebook’ Category

06
Jan

Ensitel – apanhados nas redes sociais

 

A Ensitel tem sido na última semana um tema de referência, na óptica da comunicação, relações públicas e marketing digital. Infelizmente para a marca, pelas razões mais negativas no que diz respeito a gestão de clientes, reputação de marca e mobilização anti-marca. Parece que a realidade do Marketing mudou sem que os tivessem avisado. Ou pelo menos, sem que tivessem “avisado” os decisores que alimentaram avidamente esta movimentação viral e autónoma antipatia digital.

Façamos uma retrospectiva para correcta contextualização deste tema quente: A Ensitel, cadeia especializada em telecomunicações, decidiu recentemente interpor uma providência cautelar que visa uma “blogger” e a sua liberdade de expressão digital (#erroensitel1). Ainda agora vai a procissão a partir e já começa a tropeçar! O objectivo da Ensitel, escudado nesta sua recente pretensão jurídica, de 31 páginas de extensão, é simples na sua mais básica essência: retirar do blog que a autora mantém em (http://jonasnuts.blogs.sapo.pt/), o “post” que relata a compra dum telemóvel, o processo de devolução impossível após manifesta insatisfação no serviço/equipamento (#erroensitel2) e os 6 “posts” subsequentes que manifestam a sua visão pessoal da política de reclamação e devolução de equipamentos da marca. No seguimento da impossibilidade de troca, já com o Centro de Arbitragem de Consumo de Lisboa envolvido, julgamentos e decisões de lei, a marcha continua, em pedras bicudas e aguçadas para quem gosta de manter clientes satisfeitos. Ou talvez não … 

A posição da Ensitel, cujo fundamento jurídico não tenho legitimidade nem pretensões para discutir, revela uma cabal falta de sensibilidade no que diz respeito ao marketing, respeito pelo consumidor e pela sua fidelização, filosofia inerente aos mais básicos conceitos da gestão de consumidores. Enviar uma missiva jurídica, com 31 páginas, na voz de advogados, para censurar 6 posts, fez maravilhas mediáticas pela amplificação de um assunto que já tinha 2 anos e que quase ninguém conhecia (#erroensitel3). Na sequência desta posição vincada, Maria João decidiu que a sua liberdade de expressão estava em causa e que não retirará os “posts” referentes à sua insatisfação, mesmo após providência cautelar. Agora, entra o poder da comunicação digital e das redes sociais que a Ensitel certamente desconhece como estratégia inserida nos seus propósitos de marca.

Ensitel, se me estás a ouvir, atenta nas minhas palavras: nas redes sociais microblogs e canais de comunicação digitais, (e enumero alguns caso não conheças: Twitter, Facebook, Hi5,Youtube, blogs, entre outros, para não te cansar… ) o consumidor é que julga, sentencia, aprova ou desaprova as marcas. Os tribunais, advogados e juízes do consumo, cara Ensitel, são os consumidores e já devias saber disso. Mas se não acreditas em mim, acredita nos números e nas estatísticas da página do Facebook Nunca Mais Compro nada na Ensitel (http://www.facebook.com/Ensitel) e nos seus 3974 fãs (and counting) e nos 4682 fãs da página oficial da tua empresa (http://www.facebook.com/#!/pages/Ensitel/147041189364), cujo número é enganoso: a quantidade de pessoas existentes na página é fruto apenas da vontade de propagar a mensagem e a voz activa da defesa dos consumidores. Portanto, os teus fãs são teus inimigos. Certo?

E se ainda não acreditas, tenta fazer uma pesquisa no Twitter com a Hashtag #ensitel. Ficarás surpresa com a quantidade de exposição mediática que tens.

O que deverias ter feito?
Espero que não consideres abusivo o meu tratamento por tu, mas afinal de contas és uma marca e eu sou um consumidor, e parece-me que temos uma relação efectiva, duradoura, pelo menos potencial. Ou não …

Não leves a mal as minhas palavras, são apenas as de alguém que entende um pouco melhor a comunicação, o marketing e o poder das redes sociais e que nem está a cobrar nada pela sessão formativa, já que o dinheiro foi canalizado para os advogados e não para um Gestor de Social Media, Relações Públicas ou para um simples telemóvel que tinha resolvido a questão. Portanto, o que deverias ter feito ou o que pura e simplesmente não deverias ter feito?

  • #erroensitel1
    Nunca ameaçar judicialmente a liberdade de expressão digital de um consumidor que vive num estado democrático.
  • #erroensitel2
    Nunca, mas mesmo nunca, tentar remover posts ou censurar conteúdo de Opinion Makers Digitais com ferramentas de fácil propagação de informação ao seu dispor.
  • #erroensitel3
    Nunca apague fogos com gasolina. A probabilidade é de se vir a queimar. A diplomacia é geralmente a melhor forma de resolver questões: apenas depois vem a advocacia.
  • #erroensitel4
    Os consumidores têm tendência para espalhar viralmente questões que afectam as suas liberdades. É o poder do marketing em rede.
  • #erroensitel5
    Contratar urgentemente alguém que perceba de Social Media e dispensa os advogados como opção primária e privilegia a interacção e opinião dos que se queixam.
  • #erroensitel5
    Achar que as reclamações são negativas, e não parte dos processos de melhoria qualitativa de produto. Esconder a verdade não a transforma em mentira.

E agora, deixo-te alguns conselhos, porque o Natal ainda está no ar, sou generoso e faço trocas de prendas pelo Natal, quando elas não funcionam.

  1. Monitoriza as conversas digitais, menções e referências à tua marca, usando ferramentas de análise e detecção de tendências. Usa o Twitter, Facebook e os Blogs para amplificar o lado positivo da tua actuação e não para imortalizar as opiniões negativas.
  2. Contrata uma pessoa talentosa para fazer a gestão da comunicação nas redes sociais, preferencialmente alguém que a entenda. Se um gestor de comunicação digital não entender a orgânica própria de um canal, não poderá gerir efectivamente esse meio. Gerir uma página de Facebook, uma conta de Twitter ou analisar métricas de Analytics não é a mesma coisa que entregar panfletos, escrever newsletters em papel ou distribuir folhetos promocionais.
  3. Reage positivamente às tomadas de posição dos consumidores e aproveita a resolução das questões como forma de publicidade positiva, enquanto marca que se preocupa.
  4. Não assines comunicados de marca com o distanciamento presente no texto “A administração”. A menos que queiras semear distância, altivez e arrogância. Mas parece que já vimos que isso não funciona.
  5. Entende que as redes sociais vieram para ficar e o poder agora é do consumidor. Fixa as minhas últimas palavras: “prosumers”. Os consumidores como produtores de informação, actores fundamentais nos processo de definição de marcas, produtos e conceitos comerciais. Afinal de contas, os produtos servem as necessidades dos consumidores.

Mas estes são apenas conselhos que és livre de acatar ou não. Vai por mim … Sou um “prosumer” confesso! Terminologia jurídica à parte.

Artigo publicado no Tek Sapo
http://tek.sapo.pt/opiniao/opiniao_ensitel_o_que_deverias_ter_feito_1117409.html

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17
Aug

Webdesign, webmarketing, talhos, bifanas e dentistas

Meio quilo de design e seis fatias de formulários: ou sete, tanto faz.
É altura de me debruçar contra determinados fenómenos paranormais que regem de forma habitual a ligação entre as empresas digitais e os seus parceiros de negócios, também conhecidos como clientes. Eu prefiro pensar que um cliente é um parceiro ao passo que os clientes parecem (não todos, felizmente) pensar que as agências de webdesign e comunicação – digital ou tradicional – são fornecedores do tipo “meio quilo de design e seis fatias de formulários, faz favor”. Ah, e se puder dar o jeitinho, pese-me aí 500 gramas de Adwords para juntar à mortadela. Baratinho, não se esqueça.”

Quando eu menciono o vocábulo fornecedores – contextualizado acima – não o faço no sentido nobre, mas no sentido do fornecedor de mercadoria avulso, à unidade ou ao peso, qual tasca, talho ou roulote de bifanas: “era um fino e um banner 340×450, faz favor” ou então, o clássico “já que está a mexer nisso, mude para vermelho que este azul faz-me azia”. Sem precisar de puxar muito pela imaginação, assalta-me a mente a mítica “esse rodapé ficava bem era em cima e os menus em baixo”. Não se pense que a minha imaginação é fértil baseado nestes detalhes, são fragmentos da vida real.

Sr Doutor, troque-me a injecção por uma ligadura
Recentemente, estava no dentista, enquanto ele – especialista da área da ortodontia – me examinava cuidadosamente a boca. Recostado na cadeira, enquanto o deixava exercer a sua actividade, não me recordo de nem uma vez ter pensado “afinal quero não quero um branqueamento, quero mesmo é que me tire os caninos e que os ponha na zona posterior do maxilar”. Também nunca me passou pela cabeça dizer ao meu médico de clínica geral que afinal “não quero uma injecção intravenosa, mas uma ligadura no dedo mindinho”. Porquê? Porque a especialização tem destas coisas: cada macaco no seu galho, cada galho na sua árvore, cada árvore no seu habitat.

O cliente é o raptor da sua própria solução
Uma das maiores batalhas de qualquer agência de comunicação, design, webdesign ou marketing é a de amigavelmente convencer os seus clientes de que o dinheiro investido numa solução deve ser optimizado de acordo com o orçamento e potenciado para atingir os objectivos. Ouvir os disparates pegados do “mude-me a cor do site faz favor” faz-me sempre lembrar uma fila de um talho onde se pode ouvir amiúde “queria mais dois bifes a juntar ao entrecosto”. A cordialidade necessária para convencer um cliente de que a solução proposta é a mais rentável para o orçamento existente, exige um grau de diplomacia só superado pelos políticos internacionais que fazem negociação de paz ou negociadores de reféns dos filmes americanos. Neste caso, o nosso refém é a solução estudada, desenhada, pensada e articulada para dar lucro e ser paralelamente eficaz. O cliente assume o papel de raptor porque tem uma arma branca chamada transferência bancária na mão, encostada na jugular da solução eficaz: “Afastem-se ou eu corto este interface de navegação! Todos para trás … Já!

Não quero a melhor solução, quero é mandar em si.
Quando abordamos a questão do webmarketing, voltamos ao “drama do especialista”: o cliente afinal é omnisciente e é que sabe quantas gramas de Adwords é que quer para juntar às azeitonas que comprou no hiper. Quando é habilmente convencido, saca do seu último trunfo, após todos os outros terem caído por terra após a negociação ardilosa, para seu bem. Então, na fase do desespero, o cliente triunfalmente diz: “mas eu é que pago, eu é que sei”. Nessa altura, há várias opções, nenhuma das quais me parece bem dizer aqui, porque corro o risco de ofender o Luíz Vaz de Camões, a Igreja Católica e a moral e os bons costumes que a minha mamã e o meu papá me transmitiram.

Varandas na cave, vigas na diagonal e esfoliação em vez de operação
Resta-me sonhar com o dia em que eu vou poder dizer ao médico que não quero uma operação para me salvar a vida, mas sim uma esfoliação de pele porque sou eu que estou a pagar e eu é que sei. Ou então, dizer a um arquitecto que afinal as vigas planeadas para suportar o peso estrutural da casa nova que eu vou pagar vão ter de ficar na diagonal, com o tecto por baixo. Ah, esquecia-me. E quero que a varanda seja construída na cave e o revestimento do chão seja o forro da minha cama.

Porquê? Por nada. Eu é que pago. Sou cliente, mais nada!


nota: a fim de evitar qualquer mal entendido, este texto é apenas a sátira de processos negociais decorrentes de vontades diversas em torno de um objectivo comum. Não exprime a minha opinião sobre a importância dos clientes, mas sim a importância da consultoria especializada. Não é um processo específico sobre clientes particulares, mas sobre casos estudados na área da web e partilhados pelos seus profissionais de forma abrangente. Além disso, é humor. Ria-se!

Obrigado :)

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Aug

Dos "mass media" para o "self media"

A génese da sociedade é gregária, em rede.
Apenas agora se fala de forma tão acentuada de redes sociais, mas a verdade é que o ser humano, ao longo da sua história, sempre se desenvolveu em rede. Gregário por natureza, sempre esteve unido em comunidades, grupos, crenças, clubes, associações, aldeias, cidades, amigos, coleccionadores, movimentos e agrupamentos genéricos de formas diversas. A comunicação, a publicidade e o Marketing ao serviço das empresas sempre tentou identificar as características homogéneas dos subgrupos sociais para melhor passar a mensagem, tentando influenciar o comportamento de aquisição dos indivíduos, falando simultaneamente para milhares de pessoas, tipificadas num universo maior, racionalizando e optimizando esforço e recursos.
A homegeneidade dos “mass media”
A comunicação de outrora, inserida no advento dos canais de massas, potenciada pela caixa mágica
que mudou o mundo, via nesse quadrado hipnótico e fantástico a possibilidade de falar a uma voz instantânea para os milhões que assistiam aos seus programas preferidos e que eram apenas “interrompidos” para consentir a sua atenção para a publicidade inserida.
O rádio e os jornais complementarmente usados, veiculavam mensagens personalizada para os grupos, para o “target” a ser afectado. Mas a comunicação para massas, por características endógenas do meio, esquece facilmente o indivíduo e as suas particularidades, bem como a estimulante capacidade de interacção bidireccional com a mensagem. Falava-se maioritariamente apenas num sentido:
do anunciante para o consumidor, sem capacidade efectiva de medir o retorno e eficácia da mensagem, o feedback do consumidor ao estímulo produzido.

Afunilamento personalizado da mensagem
O Marketing sempre tentou combater a generalidade para perceber a individualidade específica de cada consumidor, isolando as massas em sub-grupos de características mais precisas, adaptando a mensagem genérica aos mesmos: criando mais valias efectivas e sentimento de pertença mais preciso, fortalece-se na persuasão da mensagem de comunicação, “vendendo” os benefícios e atributos de produtos e serviços de forma mais empática, mais distante da massa e mais próxima do “eu”, como se de um produto único falássemos. O sonho de qualquer marketeer é falar cara-a-cara para o indivíduo, como se de uma conversa amigável se tratasse, conhecendo anteriormente os seus gostos particulares, actividades de consumo e hábitos sociais, para assim poder decidir que eixo de comunicação usar, a que horas, em que canal e usando o tipo de discurso que mais resultados produz.
Marcas que falam
A conversação social, uma revolução tão importante quanto o advento dos “mass media”, permite uma real translação do eixo de comunicação e uma transformação radical na forma de transmissão da mensagem pelo lado do anunciante, e uma absorção diferenciada, mais rica e participativa pelo lado do consumidor. A participação das marcas nas redes sociais, em franca expansão e explorada eficazmente apenas por algumas grandes marcas de consumo com visão profunda sobre as disciplinas de Marketing e promoção de bens e serviços, é uma dramática e positiva alteração na promessa “bem-benefício”.

white paper - "dos mass media ao self media"

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Aug

Militar israelita publicou fotos de presos no Facebook

O Facebook continua a sua ascensão como órgão de comunicação de massas digitais, candidato a substituto dos tradicionais e “vetustos” media. Palco enorme de audiências pessoas, penetrante transversalmente em faixas etárias diversificadas, e cada vez mais usado via mobile, começa a ser uma crónica da vida real, onde o agora e o imediato são a altura ideal para tudo partilhar: vida, nascimento, tristeza, amor, ódio e até morte.

O voyeurismo endémico do ser humano, e a paralela vontade da partilha, exultando o sentimento de pertença ao mundo, aos grupos, aos amigos ou classes etárias e sócio-profissionais, faz-nos mergulhar de cabeça no mundo dos “gostos” e do “partilho”, sem uma consciência imediata nem muito profunda do fenómeno da privacidade da praça pública, ou a ausência dela.

A guerra, palco de horrores e atrocidades, atroz e desumano teatro da faceta mais ignóbil da humanidade, é também conteúdo visto como partilhável, ainda que fira a dignidade de todos quantos nela sofrem. Exultam-se os vencedores sobre os vencidos, sobre os humilhados e espoliados como se de um jogo ( Content Role Playing Game ) de conteúdos se tratasse: aqui, os prémios são os “likes” da nossa audiência ao final de um dia de posts.

António de Castro

Artigo JN em análise

Militar israelita publicou fotos no Facebook com presos palestinianos

A polémica instalou-se quando uma ex-soldado israelita publicou, na sua página do Facebook, fotografias onde posava junto de palestinianos detidos por Israel, algemados e de olhos vendados.

As fotos, que foram publicadas num álbum intitulado “O Exército, a melhor parte da minha vida”, chocaram os oficiais do Exército israelita mas, principalmente, a comunidade palestiniana.

Numa das fotos, tirada em 2008, Eden Aberyil aparece sentada junto a um palestiniano algemado. Numa outra, o mesmo prisioneiro aparece com outros dois detidos, também algemados e de olhos vendados.

Em poucas horas, deu-se um efeito viral na rede social e as fotos foram tema de conversa em diversos blogues e sites.

O porta-voz do Exército israelita disse que se tratou de “um comportamento vergonhoso por parte da militar” e assegurou que já foi aberta uma investigação. Está também a ser ponderada uma acção disciplinar, mas como Eden Aberyil já terminou o serviço militar o Exército ainda não sabe que tipo de medida será tomada.

Menuchim Yishai, chefe do Comité israelita contra a tortura, criticou as imagens, dizendo que o incidente “traduz uma atitude que se tornou a norma e que consiste em tratar os palestinianos como objectos, não como seres humanos”, escreve a BBC.

O governo palestiniano também já comentou a publicação das fotografias, dizendo que mostram “a mentalidade da militar, que se orgulha de humilhar os palestinianos”.

“Nada no mundo pode justificar esta humilhação que faz parte do quotidiano das práticas de ocupação israelita”, acrescentou Ghassan Khatib, porta-voz da Autoridade Palestiniana.

Fonte: JN


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Aug

Como fazer backup do mural do Facebook?

O Facebook tem vindo a afirmar-se como uma gigantesca e omnipresente plataforma de entretenimento, jogos, pesquisas, marketing e informação noticiosa. Os seus quase 500 milhões de utilizadores demonstram bem a força e a presença que atingiu na esfera digital. Muitos de nós já não conseguem viver sem o Facebook e a quantidade de informação que temos nos nossos murais começa a ser um bem precioso para alguns. A questão levanta-se com pertinência: como fazer backup dos dados do Facebook?

social_safe_facebook_backup

Assim como o Twitter gerou em seu redor uma multiplicidade de aplicativos e empresas que aproveitaram bem a API do pássaro mais famoso do mundo, também o Facebook dá essa possibilidade a muitas empresas: pensar em aplicativos e interfaces para o Facebook é uma boa estratégia de negócio.

Como fazer backup da minha wall ( mural ) no Facebook?

Para os mais cientes do valor da sua informação, e que são cautelosos com os dados que lhes pertencem, existe uma solução fantástica chamada SocialSafe. Apesar da plataforma não ser grátis, o seu custo será muito interessante para quem leva estas coisas a sério. Com uma já interessante marca de 20 milhões de backups feitos ( utilizadores ) é uma solução a ter em conta.

Privacidade e Segurança

Para os mais desconfiados, o processo de login e fornecimento de dados à aplicação é feita através de um protocolo de ligação ao Facebook ( que autentica os dados dentro do Facebook ) e que não guarda a password no serviço a usar ( Social Safe ).

Uma grande opção para backups do Facebook

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