Que a marca Apple é sexy, já nós sabíamos. Que as compras associadas ao universo da Apple são frequentemente discutíveis, mais sedução que racionalização, também já desconfiávamos …. Agora que a Apple ia ter uma plataforma de encontros e flirt para fanáticos Apple, essa ainda não.
Esta jogada de charme, criando uma nova atracção em torno da maçã mais sexy do planeta, (que me perdoe Nova Iorque), vai unificar os utilizadores de interfaces MAC em torno de uma comunidade criada especificamente para juntar corações, maçãs e paixões.
Disponível apenas em Junho, se é um adepto incondicional Mac, conheça já a comunidade e inscreva-se.
A última aquisição da Google chama-se Slide e é uma empresa especializada no desenvolvimento de aplicações para redes sociais.
A gigante norte-americana confirmou hoje, no seu blogue, a aquisição da tecnológica Slide, operação que se insere na intenção da Google em reforçar os seus serviços na área das redes sociais.
Em entrevista ao New York Times, Eric E. Schmidt, CEO da Google, destacou a importância das redes sociais para a Google, antecipando que “não vamos criar nada para competir com o Facebook”.
“Vai ser algo totalmente diferente”, avançou, referindo-se ao Google Me que, segundo o jornal norte-americano, consiste numa rede social apoiada pelo Google Buzz, YouTube e o ‘chat’ do Gmail.
A Slide foi criada por Max Levchin, um dos fundadores do PayPal e junta-se ao grupo de 22 empresas que a Google adquiriu durante o primeiro semestre do ano. O negócio terá sido fechado por 228 milhões de dólares, avança do New York Times.
As acções da Google avançam 0,66% para 503,5 dólares, em Nova Iorque.
Muito obrigado, Luis, pelo feedback
De facto, o cliente tem sempre a sua razão e pouco mais do que isso. Considera-se por ser um valor intangível e inegável da cadeia de fornecimento e relação, naturalmente. Mas faz parte de ser bom profissional bater o pé quando se trata de soluções acertadas!
um professor meu de engenharia de software (gestao de requisitos) dizia sempre “o cliente tem sempre razao!” e sempre que dizia isso ria-se muito em plena aula… no’s, jovens ingenuos, so’ o entendemos alguns anos depois…
abraco,
Luis
Geolocalização está na moda, sem dúvida, mas é uma utilidade que terá impacto substancial na mídia, mesmo quando aplicada em aparelhos móveis? Tenho minhas dúvidas por um motivo simples: a localização do usuário é apenas um elemento de seu contexto e, creio, que é um dos menos significativos. É a compreensão profunda do contexto do usuário que permitirá o grande salto de personalização nos serviços de comunicação, é o contexto que permite determinar relevância de conteúdo ou de publicidade. Mais sobre esse tema no meu post: http://midiascopio.blogspot.com/2010/09/aqui-e-acola-os-limites-da-localizacao.html
Quando menciono “competição”, no meu ponto de vista, trata-se de começar a fornecer as mesmas soluções ( mas proprietárias) que algumas apps e empresas paralelas fornecem, usando as apis respectivas.
Algumas das tendências que vão sendo exploradas por empresas paralelas ao desenvolvimento do Facebook e Twitter, têm vindo a ser fonte de inspiração para funcionalidades nativas nas redes que disponibilizam essa mesma potencialidade.
As sinergias do Facebook não me parecem sinergias nesse verdadeiro termo, mas sim desenvolver funcionalidades para integrações externas: assim, bebe-se o máximo de informação possível e viraliza-se ao máximo o serviço FB.
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