Aug
IBM: écran interactivo sensível à cor
Ecrán interactivo, sensível à cor
Fotos tiradas do lixo:
Os contentores do lixo de Hamburgo, na Alemanha ganharam recentemente uma função adici... http://t.co/tnGN8L8e
7 mins ago
análise arquitectura artigo de opinião Tek Sapo comunicação Comunidades comunidades virtuais consumidores conteúdos web desporto empresas estratégia facebook fcp fcplink fc porto fcporto Fotografia futebol Google humor Internet jornalismo multimedia Marketing marketing 2010 marketing social medias sociais negócios novo jornalismo novos media pme publicidade rede social redes sociais reuteurs second life social marketing social media social media manager social media revolution social networking tendencias web 2010 tendências Twitter web 2.0 webdesign
Muito obrigado, Luis, pelo feedback ![]()
De facto, o cliente tem sempre a sua razão e pouco mais do que isso. Considera-se por ser um valor intangível e inegável da cadeia de fornecimento e relação, naturalmente. Mas faz parte de ser bom profissional bater o pé quando se trata de soluções acertadas!
muito bom!
um professor meu de engenharia de software (gestao de requisitos) dizia sempre “o cliente tem sempre razao!” e sempre que dizia isso ria-se muito em plena aula… no’s, jovens ingenuos, so’ o entendemos alguns anos depois…
abraco,
Luis
News medias VS tradicional medias
Geolocalização está na moda, sem dúvida, mas é uma utilidade que terá impacto substancial na mídia, mesmo quando aplicada em aparelhos móveis? Tenho minhas dúvidas por um motivo simples: a localização do usuário é apenas um elemento de seu contexto e, creio, que é um dos menos significativos. É a compreensão profunda do contexto do usuário que permitirá o grande salto de personalização nos serviços de comunicação, é o contexto que permite determinar relevância de conteúdo ou de publicidade. Mais sobre esse tema no meu post: http://midiascopio.blogspot.com/2010/09/aqui-e-acola-os-limites-da-localizacao.html
Quando menciono “competição”, no meu ponto de vista, trata-se de começar a fornecer as mesmas soluções ( mas proprietárias) que algumas apps e empresas paralelas fornecem, usando as apis respectivas.
Algumas das tendências que vão sendo exploradas por empresas paralelas ao desenvolvimento do Facebook e Twitter, têm vindo a ser fonte de inspiração para funcionalidades nativas nas redes que disponibilizam essa mesma potencialidade.
As sinergias do Facebook não me parecem sinergias nesse verdadeiro termo, mas sim desenvolver funcionalidades para integrações externas: assim, bebe-se o máximo de informação possível e viraliza-se ao máximo o serviço FB.
O Botão Like é um excelente exemplo disso!
leave a comment