Posts Tagged ‘redes sociais’

17
Aug

Google investe 228 milhões em redes sociais

A última aquisição da Google chama-se Slide e é uma empresa especializada no desenvolvimento de aplicações para redes sociais.

A gigante norte-americana confirmou hoje, no seu blogue, a aquisição da tecnológica Slide, operação que se insere na intenção da Google em reforçar os seus serviços na área das redes sociais.

Em entrevista ao New York Times, Eric E. Schmidt, CEO da Google, destacou a importância das redes sociais para a Google, antecipando que “não vamos criar nada para competir com o Facebook”.

“Vai ser algo totalmente diferente”, avançou, referindo-se ao Google Me que, segundo o jornal norte-americano, consiste numa rede social apoiada pelo Google Buzz, YouTube e o ‘chat’ do Gmail.

A Slide foi criada por Max Levchin, um dos fundadores do PayPal e junta-se ao grupo de 22 empresas que a Google adquiriu durante o primeiro semestre do ano. O negócio terá sido fechado por 228 milhões de dólares, avança do New York Times.

As acções da Google avançam 0,66% para 503,5 dólares, em Nova Iorque.

Fonte: http://economico.sapo.pt

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Aug

Social Media – o que é?

Social Media from Phil Guest on Vimeo.

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Aug

Dos "mass media" para o "self media"

A génese da sociedade é gregária, em rede.
Apenas agora se fala de forma tão acentuada de redes sociais, mas a verdade é que o ser humano, ao longo da sua história, sempre se desenvolveu em rede. Gregário por natureza, sempre esteve unido em comunidades, grupos, crenças, clubes, associações, aldeias, cidades, amigos, coleccionadores, movimentos e agrupamentos genéricos de formas diversas. A comunicação, a publicidade e o Marketing ao serviço das empresas sempre tentou identificar as características homogéneas dos subgrupos sociais para melhor passar a mensagem, tentando influenciar o comportamento de aquisição dos indivíduos, falando simultaneamente para milhares de pessoas, tipificadas num universo maior, racionalizando e optimizando esforço e recursos.
A homegeneidade dos “mass media”
A comunicação de outrora, inserida no advento dos canais de massas, potenciada pela caixa mágica
que mudou o mundo, via nesse quadrado hipnótico e fantástico a possibilidade de falar a uma voz instantânea para os milhões que assistiam aos seus programas preferidos e que eram apenas “interrompidos” para consentir a sua atenção para a publicidade inserida.
O rádio e os jornais complementarmente usados, veiculavam mensagens personalizada para os grupos, para o “target” a ser afectado. Mas a comunicação para massas, por características endógenas do meio, esquece facilmente o indivíduo e as suas particularidades, bem como a estimulante capacidade de interacção bidireccional com a mensagem. Falava-se maioritariamente apenas num sentido:
do anunciante para o consumidor, sem capacidade efectiva de medir o retorno e eficácia da mensagem, o feedback do consumidor ao estímulo produzido.

Afunilamento personalizado da mensagem
O Marketing sempre tentou combater a generalidade para perceber a individualidade específica de cada consumidor, isolando as massas em sub-grupos de características mais precisas, adaptando a mensagem genérica aos mesmos: criando mais valias efectivas e sentimento de pertença mais preciso, fortalece-se na persuasão da mensagem de comunicação, “vendendo” os benefícios e atributos de produtos e serviços de forma mais empática, mais distante da massa e mais próxima do “eu”, como se de um produto único falássemos. O sonho de qualquer marketeer é falar cara-a-cara para o indivíduo, como se de uma conversa amigável se tratasse, conhecendo anteriormente os seus gostos particulares, actividades de consumo e hábitos sociais, para assim poder decidir que eixo de comunicação usar, a que horas, em que canal e usando o tipo de discurso que mais resultados produz.
Marcas que falam
A conversação social, uma revolução tão importante quanto o advento dos “mass media”, permite uma real translação do eixo de comunicação e uma transformação radical na forma de transmissão da mensagem pelo lado do anunciante, e uma absorção diferenciada, mais rica e participativa pelo lado do consumidor. A participação das marcas nas redes sociais, em franca expansão e explorada eficazmente apenas por algumas grandes marcas de consumo com visão profunda sobre as disciplinas de Marketing e promoção de bens e serviços, é uma dramática e positiva alteração na promessa “bem-benefício”.

white paper - "dos mass media ao self media"

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Câmara de Coimbra corta acesso a Facebook

A Câmara de Coimbra cortou o acesso dos computadores da autarquia à rede social na internet Facebook, justificando que são para trabalhar e “não para satisfazer os interesses ou desejos dos funcionários”, disse ontem o presidente da autarquia.

“Os computadores da Câmara Municipal de Coimbra estão ao serviço público que é exercido pelos funcionários enquanto estão a trabalhar”, disse à agência Lusa Carlos Encarnação.

Carlos Encarnação sustenta que fora da autarquia os funcionários “podem fazer o que quiserem para satisfazer os seus interesses ou desejos”, mas “enquanto estão ao serviço da Câmara, os computadores são para trabalhar”.

O autarca social democrata frisou ainda que “já há uns anos a Câmara suprimiu a ligação aos blogues”.

A decisão de cortar o acesso ao Facebook foi tomada pelo Departamento de Administração Geral e Recursos Humanos da autarquia, disse Carlos Encarnação, remetendo mais pormenores para o vice-presidente, João Barbosa de Melo.

Segundo noticiou ontem a Rádio Renascença, na base da decisão esteve uma funcionária que foi apanhada a jogar Farmville, um popular jogo que incentiva os utilizadores a cuidar de uma quinta.

Câmara de Coimbra corta acesso dos funcionários ao Facebook – Tecnologia – PUBLICO.PT.

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Aug

Hábitos nas redes sociais

Os internautas de todo o mundo passaram mais de cinco horas e meia em redes sociais em Dezembro do ano passado, de acordo com pesquisa mundial da Nielsen Wire, divisão da consultoria para análises do mercado on-line. Segundo o levantamento, o número representa aumento de 82% em relação ao tempo que os usuários da web gastaram no mesmo mês do ano anterior.

A Nielsen constatou que, de dezembro de 2008 a dezembro do ano passado, a audiência das redes sociais, de forma geral, aumentou 27%, saltando de 242 milhões de usuários únicos para 307,4 milhões. O Facebook foi o site mais visitado, com 67% de toda a audiência dos sites de relacionamento, que passaram seis horas, em média, no site.

No ranking de audiência das redes sociais por país, o Brasil já ocupa o terceiro lugar, com 31,3 milhões de usuários registrados em Dezembro. O primeiro lugar ficou com os Estados Unidos, que teve 142 milhões de visitantes de redes sociais, seguido pelo Japão, com 46,5 milhões.

Web Expo Forum

O tema de redes sociais será uma dos destaques do Web Expo Forum, que acontece em São Paulo, de 17 a 19 de março.

www.webexpoforum.com.br/2010

Fonte: http://www.tiinside.com.br

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